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Mais ou menos coisa e tal

Mais ou menos coisa e tal

27.10.22

BOLSONARO… POIS CLARO

Rui Gonçalves

BOLSONARO COSTA 1.png

Evidentemente que o povo brasileiro é livre de escolher e preferir ter como presidente, um corrupto, ladrão, julgado, condenado e preso. Cada povo saberá o tipo de presidente que quer e merece. E quem disse que Lula da Silva é um ladrão presidiário, não foi a comunicação social, claro que essa nunca o diria, nem a oposição, não foi a opinião pública e muito menos eu. Foi a justiça e o tribunal. Foram eles que apuraram que ele é ladrão e corrupto.

 Lula da Silva, que as tais sondagens que na primeira volta erraram em todos os vaticínios, dizem novamente que vai ganhar, é o tal que se tornou milionário, ele e toda a família, enquanto foi presidente.

Há cá em Portugal dois indivíduos, cuja atitude relativamente às eleições no Brasil, é estranha. Um, rapazote espigadote e maduro, de tez bastante escurecida, cabelos grisalhos ou mesmo esbranquiçados, ar de sem vergonha, que passa as horas de expediente e faz horas extra a desgraçar a vida aos portugueses e a encaminhar o país para a falência, parece que é primeiro-ministro, ou coisa parecida, de seu nome Toino Kosta e atendendo ao cargo que ocupa, não dá opinião sobre as eleições no Brasil, porque não pode interferir num país estrangeiro, disse ele. Claro e diplomaticamente ficava-lhe bastante mal e é uma pessoa de bem, que cumpre escrupulosamente os deveres de reserva afetos ao cargo, pois evidentemente.

Há um outro moço, também já espigadote e maduro, também de tez bastante escurecida, também de cabelos grisalhos ou mesmo esbranquiçados, com o mesmo ar de sem vergonha, já passa as horas de expediente a dirigir o partido socialista, do qual é secretário geral, de seu nome António Costa e então esse já não tem responsabilidades afetas ao cargo, irresponsável, portanto, e vai daí veio publicamente dar o seu apoio ao tal candidato Lula da Sila, ladrão presidiário, sobre o qual afirmou ter muitas saudades do tempo em que entre Portugal e o Brasil as relações eram excelentes e frutuosas, afirmou ele.

E quais eram as relações entre Portugal e o Brasil, a que ele se refere e que se fixaram na nossa memória? Precisamente o intercâmbio corruptivo entre esses dois grandes estadistas, de seus nomes Lula da Silva e José Sócrates, que nas horas de expediente, quando um era presidente do Brasil e o outro primeiro ministro de Portugal, se ocuparam a desenvolver negociatas e esquemas fraudulentos de lesa-pátria. Ficámos a saber porque o primeiro-ministro, ups… desculpem, enganei-me, o secretário-geral do PS, esse é que foi, assumiu que tinha saudades e podemos até deduzir que tenciona reatar esses esquemas manhosos de lesa-pátria. Como se diz em bom português... diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.

Depois deste número de circo, que aquele cavalheiro decidiu interpretar e como é seu hábito, fazer de nós estúpidos, devia ter vergonha por declarar o apoio fosse a quem fosse, mas logo ao ladrão presidiário e por nos vir recordar os tempos em que os dois países andaram a ser extorquidos por dois safardanas ainda mais desavergonhados, como Lula e Sócrates.

As eleições do Brasil até podiam ser levadas ao ritmo de circo, se não tivessem consequências que vão muito para além do próprio Brasil. O regime que for implantado e exercido no Brasil, com mais de duzentos milhões de habitantes, influencia toda a américa do sul e a opção que existe, é entre um regime de esquerda corrupto, que arrasa as economias dos países, dissemina a pobreza e a miséria e destrói os valores e os princípios basilares da família enquanto estrutura de uma sociedade civilizada, arrastada por Lula da Silva, ou um regime que dinamize as economias, como tem acontecido nos últimos anos no Brasil, que exerça a autoridade e estabeleça a ordem e recupere a família como pilar estruturante da sociedade, interpretado por Bolsonaro.

Será Bolsonaro o paradigma do presidente exemplar, que diz sempre tudo certo? Esse perfil exemplar não existe e basta olharmos para dentro de nossa casa e fazermos um “mea culpa”, por escolhermos um presidente em que eu não votei, mas que a maioria dos portugueses votaram, com as patetices a que todos os dias assistimos.

Perante estas duas soluções, não há qualquer tipo de dúvida sobre o fato de Bolsonaro ser a única solução para o Brasil, para a américa do sul e para o mundo. Apela-se ao bom senso dos brasileiros no próximo domingo, a bem da humanidade.

 

 

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